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Crônica: Sou o viajante que sou

“Um viajante merece ser reverenciado. Sua profissão é o melhor símbolo de nossa vida: indo “DE-PARA”!. É a história de cada um de nós.”

Considero a afirmação acima, do filósofo Thoreau, a das mais encantadoras e procedentes, em vários níveis de significado.

A vida é movimento. O ar que inspiramos e expiramos, os ossos, músculos, sangue, hormônios e os impulsos nervosos, todos têm em comum a propriedade de movimentar-se para sustentar nossa vida orgânica. Igualmente, desde que nascemos, estamos todos “indo”, rumo a nosso “destino”.: de um lugar para outro, de um ciclo de vida a outro…nos tornando tudo o que somos, e possuindo tudo o que temos.

A bagagem da vida vai incorporando sucessivas experiências, surpresas, acasos, encontros desejados, sincronicidades…

Às vezes, fica leve como pluma. Em outras, pesada como chumbo. O viajante consciente sempre se permite um tempo para contemplá-la. São momentos preciosos, que lhe possibilitam desfazer dos excessos e preencher o espaço, priorizando o essencial e o mais significativo para sua existência. Millan Kundera diria que esses são os que conquistaram a desejável leveza de ser.

Em contrapartida, há os viajantes acelerados, que por quaisquer razões, não se dão pausas, e acumulam tanto peso, que correm o risco de se machucarem ou bloquearem a funcionalidade saudável de seu corpo.

A você, viajante, um desafio: escolha e faça a sua história.

Por: Cecília Andrés Caram – Psicóloga Clínica, Consultora e Professora. Mestra e Residente pela University of North Carolina,USA.

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