AESC traz mercado executivo brasileiro para o centro dos debates

A Association of Executive Search and Leadership Consultants (AESC) – grupo que reúne as empresas de seleção de executivos mais renomadas do mundo – desembarca este mês no Brasil, de 18 a 20 de outubro, para promover um encontro em São Paulo (SP) com seus 21 associados no país. O evento será coordenado pela presidente da entidade, Karen Greenbaum, e por seu diretor geral Brian Glade.

Segundo o dirigente, a visita da associação ao Brasil está fundamentada em dois grandes objetivos. “Em primeiro lugar queremos compreender as condições de negócio no país e como o mercado está se comportando. Ou seja, se está estável ou em crescimento e também como a economia está se recuperando”, diz. O outro objetivo está ligado aos escritórios associados à AESC no país. “Somos uma  entidade que representa mundialmente o setor de executive search e desenvolvimento de líderes, portanto precisamos entender como auxiliar os membros no Brasil. Seja fornecendo ferramentas, recursos, educação e treinamento ou realizando pesquisas que apoiem as atividades desses grupos locais. Melhorando assim a forma como prestam serviços aos seus clientes.”

Brian Glade destacou ainda o intuito de aumentar a visibilidade da associação e demonstrar ao público, empresas e executivos brasileiros, a grande diferença que há no resultado alcançado ao optar pela contratação de serviços por meio de empresas associadas à AESC e como isso interfere no sucesso do negócio.

Integrante do Conselho da AESC, responsável pelas Américas, e representando a Dasein no encontro exclusivo, Adriana Prates chama atenção para os principais temas do evento. De acordo com ela, será discutido as tendências para a indústria de busca de executivos em meio aos vários desafios da atualidade não só no Brasil, como no mundo. “Pretendemos entender melhor as reais necessidades dos clientes, frente à automação, robotização e inteligência artificial que tem gerado impactos profundos já no curto prazo, e identificar as profissões que serão mais desejadas pelas grandes empresas neste novo contexto nos antecipando a essas questões”.

A diversidade, tema que vem sendo trabalhado intensamente pela AESC, também ganha relevo na reunião com a participação da presidente da Dasein. Adriana Prates fará uma apresentação sobre liderança feminina e destacará algumas iniciativas que estão sendo tomadas pelos membros no Brasil sob a perspectiva de mulheres que têm feito a diferença no mundo através de seu protagonismo nas artes, esportes, empresas, área social ou comunidade onde atuam. “A AESC tem buscado ampliar esse tipo de debate para que as corporações possam ser enriquecidas com práticas e profissionais que representem todos os estilos de comportamentos, classes sociais e o aumento das minorais em posições-chave”.

A força do mercado brasileiro

Para o diretor geral da AESC, Brian Glade, o Brasil é tão importante para a entidade como é para a economia global.

Hoje a AESC opera em 74 países e é no Brasil que se concentra a maior quantidade de empresas associadas fora dos EUA e Europa. Para Brian Glade, o país é tão importante para a associação, como é para a economia global. Mas, para amadurecer no setor, ele destaca que o Brasil ainda precisa enfrentar alguns desafios, um deles é a necessidade dos líderes empresariais compreenderem o valor que uma empresa de consultoria de alta qualidade irá agregar a seus processos de atração, retenção e desenvolvimento de executivos.

“Ao envolver um membro AESC como consultor de confiança, os profissionais da alta direção e conselho das empresas estarão certos de que a empresa contratada para esse propósito  é apta a compreender suas estratégias empresariais e sua cultura corporativa. Além disso, essa empresa responderá mais adequadamente às demandas relacionadas a atração, retenção e desenvolvimento dos melhores talentos executivos. Isso é particularmente importante quando se trata dos novos papéis que estão surgindo em decorrência da automação, digitalização dos negócios e do aumento do uso de inteligência artificial e segurança cibernética”.

Segundo o dirigente, quanto mais experiência os CEOs, CHROs e os departamentos de gestão de pessoas tiverem com empresas AESC, mais clara se tornará a diferença que há entre as empresas membros da associação e as outras empresas que somente se consideram ser desse mercado, mas não trazem êxito aos negócios dos clientes no longo prazo.

Outro ponto destacado por Brian Glade, refere-se ao número de empresas que possuem a certificação da AESC, ainda muito pequeno em comparação ao número total de empresas de consultoria que atuam no mercado de executive search. “Há uma quantidade enorme de empresas competindo nesse mercado com serviços de baixa qualidade e práticas inadequadas para a prestação de serviços. Diante desse cenário, os clientes devem ser cuidadosos na escolha de uma empresa de consultoria, saber avaliar quais empresas são éticas, experientes e comprometidas com a excelência. A AESC, por exemplo, por mais de 50 anos vem estabelecendo os padrões para o setor. Portanto, somente as empresas que passam por um rigoroso processo de certificação são aceitas como membros e possuem o selo de excelência da AESC.”

Adriana Prates lembra ainda que este encontro é uma excelente oportunidade para cada participante avaliar como pode influenciar o amadurecimento e profissionalização do mercado brasileiro de executive search e leadership consulting. Tanto na conscientização das empresas, através de evidências que comprovam como a contratação de uma organização qualificada aumenta a assertividade em mais de 90%, como também na importância da clareza, transparência e compliance em toda e qualquer relação de trabalho.

“A AESC é hoje a maior e a melhor associação do mundo para serviços de Executive Search e Consultoria de Liderança e nos confere um título e credenciamento de qualidade, que de forma determinante nos destaca dentre as inúmeras consultorias brasileiras. Considerando as que têm a certificação e são membros da AESC, em 2017, somos 21 consultorias sendo 8 delas internacionais. A Dasein é a única desse grupo a ter sede em Belo Horizonte. E poder oferecer esse trabalho de qualidade, pautado em regras de ética, conduta e padrões de atendimento internacionais é pra nós motivo de orgulho e celebração.”

*A matéria na íntegra também está disponível em: http://bit.ly/2ggBd9y

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