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Radar executive search: salário emocional

Dasein convida: Roberta Martins Rodrigues

Salário emocional: para empresas com foco em pessoas, felicidade não é utopia

 

Cada vez mais, as organizações buscam aumentar a motivação e o engajamento de seus funcionários, com vistas à melhoria dos resultados e aumento da produtividade. As pessoas, por sua vez, procuram maximizar suas experiências laborais positivas, buscando momentos de maior satisfação e felicidade.

A pandemia da Covid-19 acelerou mudanças nas relações profissionais e nos colocou diante de um crescente movimento para ver significado e entender o trabalho como parte da vida. Hoje podemos dizer que a relação emocional que os empregados possuem com seus empregadores ganhou uma importância jamais vista anteriormente.

Gerentes ruins afastam pessoas

Corroborando com esse argumento, um estudo feito pela consultoria Mckinsey, nos últimos dois anos, demonstra os principais motivos que têm levado profissionais a pedirem demissão de seus empregos. Entre eles, três razões se destacam: 1-ganhar um salário maior; 2-mudar-se para um ambiente de trabalho mais saudável; e 3-dar um upgrade na qualidade de vida.

O estudo mostra ainda que gerentes ruins também afastam as pessoas. De acordo com a pesquisa, 34% dos mais de 13 mil entrevistados afirmaram que ter líderes indiferentes e pouco inspiradores foi o motivo de terem saído da empresa.

Roberta Rodrigues Martins é gerente de RH, Comunicação e Comunidades

Dentro desse contexto, entendemos que além de prover um pacote de remuneração atrativo, o Salário Emocional ganha uma relevante importância. Como Salário Emocional entendemos todos os ganhos não financeiros que obtemos com o nosso ofício, que nos motivam, que mudam nossa percepção sobre o trabalho e levam ao desenvolvimento pessoal e profissional.

O salário emocional será diferente para cada um

Para alguns, o aspecto mais importante pode ser a oportunidade de socializar e fazer amigos no trabalho. Para outros, isso pode não ser relevante, mas ter a oportunidade de se tornar um especialista em seu campo escolhido ou maximizar sua criatividade será o que eles mais valorizam. Existe, inclusive, uma metodologia para medi-lo, desenvolvida pela pesquisadora Marisa Elizundia, chamado de Barômetro do Salário Emocional.

Há ainda uma orientação baseada em dez fatores que o integram. São eles: autonomia, criatividade, prazer, maestria, crescimento profissional, pertencimento, direção, inspiração, crescimento pessoal e propósito.

Para que a empresa obtenha sucesso nestas iniciativas, é importante que seja mantido um canal aberto para a escuta ativa. Perde importância o conceito das entrevistas de desligamento que possuem uma abordagem “post mortem”, ou seja, não permitem uma reversão para aquele profissional que já optou pela saída.

Precisamos, portanto, fortalecer o conceito das entrevistas de permanência, as conversas regulares que retroalimentem a empresa e permitam mudanças que garantam resultados positivos para o negócio e para as pessoas.

Dia desses, estava assistindo a uma palestra do Fábio Barbosa, destacado executivo do mercado de finanças em que ele discorria sobre a necessidade da empresa estar conectada ao seu tempo e fazer as mudanças que são imperativas. Segundo ele, a mudança que estamos vivendo, enquanto sociedade, é irreversível, crescente e boa.

Que possamos nos conectar com os novos tempos, onde felicidade não é um conceito utópico e as pessoas estão no centro.

Roberta Rodrigues Martins é gerente de Recursos Humanos, Comunicação e Comunidades – Aura Minerals.

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